A Linha de Comboios de Sintra é a infraestrutura ferroviária com mais passageiros em Portugal. Ela é responsável pela circulação de 40% de todos os passageiros que utilizam comboios em Portugal. Contudo, ela continua a não oferecer uma resposta de qualidade, modernidade e eficiência aos utentes deste serviço público. Podemos mesmo dizer que financeiramente esta linha financia muitas das restantes linhas de comboios em Portugal.
Continue a ler “Sobre a situação na linha de Sintra”Castro Verde vai ter Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde
Vai ser criada em Castro Verde uma Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde, que seja “capaz de unir esforços na defesa das reivindicações e direitos da população” nesta área.
Continue a ler “Castro Verde vai ter Comissão de Utentes dos Serviços de Saúde”Utentes reivindicam Centro de Reabilitação em Tomar e maternidade sempre aberta

Os utentes da saúde do Médio Tejo lançaram esta semana um abaixo-assinado para a “abertura de um Centro de Medicina Física e Reabilitação” no hospital de Tomar, tendo reivindicado “mais recursos humanos, médicos de família” e o “funcionamento ininterrupto da maternidade” de Abrantes.
Continue a ler “Utentes reivindicam Centro de Reabilitação em Tomar e maternidade sempre aberta”Carta Aberta à Ministra da Saúde
Exma. Sra. Ministra da Saúde
Drª. Ana Paula Martins
O acesso à saúde da população, só aconteceu com a revolução social construída com o 25 de Abril de 1974 que abriu as portas à consagração, em 1979, do Serviço Nacional de Saúde – SNS, colocando Portugal entre os países com melhores, mais eficientes tecnicamente, e mais justos sistemas de saúde do mundo.
Passados 45 anos, esta importante função social do estado está cada vez mais longe de ser plenamente cumprida e, por isso, a Plataforma Lisboa em defesa do SNS expressa a sua indignação pela falta recorrente de meios e recursos no SNS, em virtude do continuado desinvestimento, da responsabilidade de vários governos, que tem provocado uma profunda degradação, a todos os níveis, da medicina preventiva, curativa e de reabilitação.
Esta situação verifica-se nas más condições de trabalho dos seus profissionais, nas longas horas de espera nas urgências, e nas listas de espera para consultas e cirurgias de diversas especialidades, na escandalosa falta de médicos e enfermeiros de família e de cuidados continuados e paliativos.
Continue a ler “Carta Aberta à Ministra da Saúde”Acessibilidades
O Parlamento aprovou e o Presidente da República promulgou o decreto que elimina as taxas de portagem nas autoestradas do interior e em vias sem alternativas seguras, revogando o Decreto-Lei n.º 97/2023, com efeitos a partir de 2025. A medida visa reverter o impacto negativo das portagens nas regiões rurais, que enfrentam despovoamento, empobrecimento e degradação das estradas nacionais devido ao desvio de tráfego para vias gratuitas. Dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) revelam um aumento de 21,9% na gravidade dos acidentes nas estradas nacionais, com destaque para vias como a EN125 e a EN2, que se tornaram “pontos negros” de sinistralidade. A abolição das portagens nas SCUT é vista como um passo crucial para o desenvolvimento do interior, mas exige investimentos urgentes em infraestruturas rodoviárias e ferroviárias, como a conclusão de Itinerários Principais e a modernização de ligações ferroviárias, incluindo o aeroporto de Beja.
Continue a ler “Acessibilidades”O Orçamento do nosso descontentamento

“Defender os Serviços Públicos é um dever constitucional!”
O Governo do PSD/CDS, à semelhança dos seus antecessores, voltou a escolher os Serviços Públicos como alvo preferencial do seu preconceito ideológico, através de medidas em curso e as previstas no Orçamento de Estado para 2025, um orçamento marcadamente neoliberal. Não há área pública que não esteja sob a alçada da saga privatizadora deste governo, preferindo a entrega ao desbarato do já parco património nacional, a geri-lo competentemente em defesa da Soberania Nacional e no interesse do país.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) é disso exemplo, com o OE a destinar ao negócio privado da doença uma fatia considerável das verbas públicas, assistindo – quando não promovendo – cumplicemente à degradação das condições de trabalho dos seus profissionais, afetando recursos do Estado aos privados, através de vários mecanismos, designadamente das PPPs, da criação das USF tipo C, com gestão privada e custos públicos, o incremento da entrega aos grupos privados dos Meios Complementares de Diagnóstico (MCD) e das Intervenções Cirúrgicas em atraso, das Maternidades, dos Hospitais Públicos, criando dificuldades à contratação e fixação de profissionais de Saúde, entre muitos outros.
Continue a ler “O Orçamento do nosso descontentamento”Encerramento das urgências hospitalares – Um drama em todo o país

O MUSP, Movimento de Utentes dos Serviços Públicos, manifesta profunda preocupação com o encerramento dos Serviços de Urgências Hospitalares em todo o país, destacando esta medida como mais um ataque ao SNS e ao direito das populações ao acesso aos cuidados de saúde.
Esses encerramentos prejudicam gravemente a capacidade de resposta do SNS, sendo que o modelo proposto, em que as urgências funcionam num modelo rotativo ou por períodos (noturno ou diurno), tem se revelado bastante confuso, provocando grande ansiedade nos utentes e seus familiares. Além disso, esta medida aumentará inevitavelmente a sobrecarga nas Urgências Hospitalares que permanecerem em funcionamento.
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